SupaVoxel
Do scan ao 3D na web

Conversor PLY para GLB

Solte uma malha .ply de um scanner 3D ou app de fotogrametria e baixe um GLB com as cores de vértice intactas, em escala de metros. A conversão roda no seu aparelho, então scans de pessoas, produtos ou lugares continuam privados.

  • Roda no seu navegador
  • Sem cadastro
  • Cores de vértice mantidas
  • PLY ASCII e binário
Atualizado outubro de 2026

Como converter PLY para GLB

  1. 01

    Solte o PLY

    PLY ASCII ou binário, até 200 MB. Malhas do Revopoint, Creality, Shining3D, Polycam, Meshroom ou MeshLab abrem com suas cores. O painel mostra triângulos e vértices; se ele indicar uma nuvem de pontos, leia a seção abaixo primeiro.
  2. 02

    Acerte a escala

    O PLY não tem campo de unidade. O conversor assume milímetros, o que funciona para scanners de mão e de mesa. Exportações de fotogrametria muitas vezes já estão em metros e, mantidas em mm, uma estátua de 2 m vira um pontinho de 2 mm. Confira o Tamanho de saída (mostrado em metros, a unidade do glTF) e troque Unidades do arquivo se precisar.
  3. 03

    Converta e use

    Clique em Converter para GLB. O GLB mantém posições, normais e cores por vértice em um único arquivo binário que o three.js, o Babylon.js, o <model-viewer>, o Blender, o Godot e o Android Scene Viewer abrem direto.

PLY de malha vs PLY de nuvem de pontos

O PLY serve para duas coisas bem diferentes. Um PLY de malha tem vértices e faces: a exportação final de um scanner, um resultado do MeshLab, uma reconstrução Poisson. Esses convertem de PLY para GLB por completo. Um PLY de nuvem de pontos tem apenas vértices, muitas vezes milhões de pontos coloridos de LiDAR, de um scanner a laser ou da etapa de nuvem densa da fotogrametria. O visualizador mostra, mas não há superfícies para gravar, então o botão de converter fica desativado e o painel avisa.

Para transformar uma nuvem de pontos em malha antes, use uma etapa de reconstrução: Screened Poisson no MeshLab ou no CloudCompare, ou a etapa de geração de malha do seu app de fotogrametria. Arquivos .ply de Gaussian splatting das ferramentas 3DGS também são nuvens de pontos, com dados extras por ponto que um formato de malha não consegue guardar; eles precisam de um visualizador de splat dedicado, não de um conversor de malha.

O que o conversor PLY para GLB mantém

Propriedade do PLYResultado no GLB
Faces e posições dos vérticesMantidas
Cores de vértice (vermelho, verde, azul)Mantidas como atributo COLOR_0 do glTF
Normais dos vérticesMantidas, ou calculadas se o PLY não tiver
Coordenadas de texturaMantidas quando presentes
Imagem de textura citada em um comentário do cabeçalhoNão é carregada; o conversor lê apenas o .ply
Propriedades personalizadas (confiança, qualidade, curvatura)Descartadas

PLY e GLB comparados

PLY
Formato de polígonos de Stanford, de 1994. Cabeçalhos flexíveis, qualquer propriedade por vértice, ASCII ou binário. A exportação padrão de muitos scanners.
GLB
glTF 2.0 binário: geometria, materiais, cores e texturas em um único arquivo. Feito para carregar rápido em navegadores e engines.
Unidades
PLY: nenhuma declarada. GLB: sempre metros.
Melhor uso
PLY para arquivar scans brutos e processar no MeshLab; GLB para compartilhar, para a web e para AR.

Dicas para publicar scans PLY como GLB

Faça
  • Decime scans densos antes de converter; um scan de 2 milhões de triângulos é pesado para um celular. O simplificador de malha faz isso no navegador
  • Reduza ainda mais o arquivo final com o compressor de GLB
  • Inspecione o scan bruto primeiro no visualizador de PLY
  • Corte restos de prato giratório e de chão no MeshLab ou no software do scanner antes de exportar
Evite
  • Não envie uma nuvem de pontos nem um Gaussian splat esperando uma malha; reconstrua primeiro
  • Não confie nas unidades padrão em fotogrametria; confira a leitura de tamanho
  • Não espere ver cor se o seu visualizador ignora cores de vértice; a maioria dos visualizadores glTF as exibe

FAQ

Perguntas frequentes

Este conversor PLY para GLB é grátis?

Sim, grátis, sem cadastro e sem marca d'água. O PLY é lido e o GLB é gerado no seu navegador, então scans 3D de rostos, casas ou protótipos nunca são enviados. Arquivos de até 200 MB são aceitos; scans muito densos podem exigir um aparelho com bastante memória.

O PLY para GLB mantém as cores do scan?

Sim. Os valores de vermelho, verde e azul por vértice são gravados no atributo COLOR_0 do GLB, que three.js, Blender, Godot e model-viewer exibem. Cores guardadas como uma imagem de textura separada, referenciada no cabeçalho do PLY, não são carregadas, porque o conversor lê o arquivo .ply sozinho.

Por que não consigo converter meu arquivo PLY?

Se o botão de converter está desativado com uma mensagem de nuvem de pontos, seu PLY tem vértices mas não tem faces. Uma malha GLB precisa de superfícies, então reconstrua uma primeiro com Screened Poisson no MeshLab ou no CloudCompare, ou com a etapa de geração de malha do seu scanner. Arquivos PLY de Gaussian splat também são nuvens de pontos e não convertem.

Meu GLB ficou minúsculo ou enorme. Como corrijo?

Arquivos PLY não registram unidade, então o conversor assume milímetros. Apps de fotogrametria e LiDAR muitas vezes exportam em metros, o que deixa o GLB 1000 vezes menor. Troque Unidades do arquivo para m, confirme se o Tamanho de saída bate com o objeto real e converta de novo.

Dá para visualizar o GLB no celular?

Sim. O Android abre GLB no Scene Viewer para AR, e qualquer navegador mostra com uma página three.js ou model-viewer. Para AR no iPhone, converta o GLB para USDZ depois. Mantenha leves os scans feitos para celular simplificando-os antes de converter.

O GLB vai ficar menor que o PLY?

Nem sempre. Os dois guardam os mesmos números em binário, e o GLB ainda guarda normais, então pode sair um pouco maior que um PLY binário e menor que um ASCII. A economia real vem de simplificar a malha antes e depois reduzir o resultado com o compressor de GLB.

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